O mergulho é uma daquelas raras atividades que acomodam pessoas com diferentes interesses. Ele pode ser intenso e excitante, ou prazeroso e relaxante, e é por este último que a grande maioria das pessoas entra para o mundo do mergulho.
Com o crescente acúmulo de funções dos trabalhadores e a frenética agitação da vida moderna, a pessoas encontram no mergulho, um escape da rotina e um combustível para a retomada das suas atividades diárias.
Quando você submerge, passa a fazer parte de um mundo novo, espetacular e diferente de tudo o que vira até então.
Ao praticar uma respiração lenta e profunda (sabemos que é fisiologicamente impossível respirar lenta e profundamente, e continuar tenso), todo organismo entra em estado de relaxamento.
Aliado à respiração, dois dos nossos sentidos, a visão e a audição, respectivamente, são presenteados pelo vislumbre de imagens magníficas e pela ausência total de ruído – já que “o mundo subaquático é um mundo silencioso”, como dizia ainda na década de 1940, o idealizador do mergulho autônomo, o grande Jacques Cousteau.
Entrando para a atividade do mergulho, você visita lugares ímpares, conhece muitas pessoas, faz novas amizades, intera-se de outros assuntos que não são comuns ao seu cotidiano. Entre outras coisas, você adquire cultura extra.
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